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	<title>Drogas Blog &#187; Bebida alcoólica</title>
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	<description>Informações sobre as drogas é aqui!</description>
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		<title>70% dos sem-abrigo têm problemas com as drogas</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 12:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MiStEr_QuIm</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lisboa contabiliza 1680 sem abrigo, para quem a Comunidade Vida e Paz organiza Festa de Natal, até domingo. Maioria chega a esta situação devido a problemas de droga e álcool. Desemprego e doenças mentais são outras causas. &#8220;Degradei-me na droga.&#8221; As palavras são de António, 55 anos, que há 18 anos ocupava um cargo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="Photo4201" class="aligncenter" src="http://drogasblog.web.simplesnet.pt/uploads/2009/12/Sem-Abrgo.jpg" alt="70% dos sem-abrigo têm problemas com as drogas" /></p>
<p id="NewsSummary-intro">Lisboa contabiliza 1680 sem abrigo, para quem a Comunidade Vida e Paz organiza Festa de Natal, até domingo. Maioria chega a esta situação devido a problemas de droga e álcool. Desemprego e doenças mentais são outras causas.</p>
<p>&#8220;Degradei-me na droga.&#8221; As palavras são de António, 55 anos, que há 18 anos ocupava um cargo de relevo numa empresa sediada em Lisboa. &#8220;Cheguei a viver num hotel em Paris&#8221;, explica. Devido ao consumo excessivo de cocaína António perdeu a família, a empresa e toda a vida estável que tinha.</p>
<p><span id="more-147"></span></p>
<p>Durante 12 anos viveu nas ruas de Lisboa. Hoje, volvidos seis, António tirou um curso técnico profissional de Informática e Belas Artes e ainda recorre à Comunidade Vida e Paz para fazer terapia com o psicólogo do centro. Desde ontem e até Domingo, esta comunidade &#8211; com 550 voluntários que todos os dias têm distribuído 950 sandes e 200 litros de leite &#8211; organiza o 21º Natal na cantina da Universidade de Lisboa.</p>
<p>No total, são 1.680 os sem abrigo que dormem nas ruas frias de Lisboa. &#8220;A maioria &#8211; 70% &#8211; chegou aqui devido a problemas com droga&#8221;, explica Jorge Santos, director da instituição sem fins lucrativos. &#8220;E cerca de 20% devido ao álcool. Os restantes são por problemas mentais ou mesmo situações de desemprego&#8221;.</p>
<p>Fritz, professor alemão que viveu muitos anos em Hamburgo, na Alemanha, chegou a Lisboa e acabou por ter nas ruas de Lisboa o seu hotel. A razão? Um amor intenso por uma norte- americana, que acabou por seguir outro rumo e casar com outro homem, e que originou uma depressão profunda no professor universitário. A maioria dos sem abrigo estão na faixa dos 40 anos e são homens.&#8221;Se bem que existem muitos casos de jovens toxicodependentes dos 25/35 anos a dormirem nas ruas&#8221;, explica Jorge Santos. &#8220;E um ou outro caso de mulheres, mas é menos comum porque infelizmente têm a possibilidade da prostituição&#8221;, concluiu. Ou o caso de Maria, de 30 anos, vítima de maus tratos, que actualmente vive na rua para fugir ao marido.</p>
<p>A instituição sem fins lucrativos apoia por dia cerca de 900 sem-abrigo e famílias carenciadas.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> DN</p>
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		<title>Alcoolismo ameaça jovens portugueses</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 09:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MiStEr_QuIm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alcoolismo]]></category>
		<category><![CDATA[Bebida alcoólica]]></category>
		<category><![CDATA[Álcool]]></category>

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		<description><![CDATA[Jovens portugueses começam a beber, em média, a partir dos 13 anos, o que os torna potenciais alvo de vários problemas. Os 13 anos são a idade média em que os jovens começam a beber álcool e, se o consumirem frequentemente até à maioridade, o risco de dependência aumenta em 50%, avisou um especialista português. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img width="140" src="http://www.destak.pt/pics/7849/140.jpg" alt="123RF" /></p>
<p class="legend">Jovens portugueses começam a beber, em média, a partir dos 13 anos, o que os torna potenciais alvo de vários problemas.</p>
<p id="article_right">
<p id="article_lead">Os 13 anos são a idade média em que os jovens começam a beber álcool e, se o consumirem frequentemente até à maioridade, o risco de dependência aumenta em 50%, avisou um especialista português.</p>
<p id="article_text">O hepatologista Rui Tato Marinho tem desenvolvido desde o início do ano lectivo um projecto-piloto de sensibilização de jovens para os perigos do consumo do álcool, mostrando que o retrato-tipo do trabalhador rural como alcoólico se alterou em Portugal.</p>
<p>«O tipo de alcoolismo actual é mais grave. Há fenómenos como o binge drinking &#8211; beber muito num curto período de tempo principalmente ao fim-de-semana &#8211; e ao qual surgem associados a violência, os acidentes rodoviários e o sexo desprotegido com desconhecidos.</p>
<p>A própria Organização Mundial de Saúde aponta o consumo excessivo de álcool como factor de risco para a infecção da sida», sublinhou. «Temos de pensar por que é que temos quatro vezes mais infecções de sida do que a Espanha. Talvez estes comportamentos dos jovens sejam parte da explicação», avançou, lembrando que o consumo de 10 shots equivale a três litros de cerveja.</p>
<p>O presidente da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado comentou ainda que o consumo de shots «dá maiores lucros económicos e faz parte de uma teia de interesses que faz mal à saúde».</p>
<p>O cenário de uma cirrose também pode tornar-se real a longo prazo (10 a 20 anos) e deve afectar entre 10 e 15% dos praticantes do binge drinking.</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.drogas.misterquim.com%2Fartigos%2Falcoolismo-ameaca-jovens-portugueses%2F&amp;linkname=Alcoolismo%20amea%C3%A7a%20jovens%20portugueses"><img src="http://www.drogas.misterquim.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Álcool</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 07:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MiStEr_QuIm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebida alcoólica]]></category>
		<category><![CDATA[Álcool]]></category>

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		<description><![CDATA[Aspectos históricos  Toda a história da humanidade está permeada pelo consumo de álcool. Registros arqueológicos revelam que os primeiros indícios sobre o consumo de álcool pelo ser humano data de aproximadamente 6000 a.C., sendo portanto, um costume extremamente antigo e que tem persistido por milhares de anos. A noção de álcool como uma substância divina, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center" style="text-align: center" class="MsoNormal"><strong><font size="4" face="Agency FB"><font size="5" color="#000000">Aspectos históricos</font> </font></strong></p>
<p><strong><font size="4" face="Agency FB">Toda a história da humanidade está permeada pelo consumo de álcool. Registros arqueológicos revelam que os primeiros indícios sobre o consumo de álcool pelo ser humano data de aproximadamente 6000 a.C., sendo portanto, um costume extremamente antigo e que tem persistido por milhares de anos. A noção de álcool como uma substância divina, por exemplo, pode ser encontrada em inúmeros exemplos na mitologia, sendo talvez um dos factores responsáveis pela manutenção do hábito de beber ao longo do tempo.<o:p> </o:p></font></strong><font size="4" face="Agency FB"><strong>Inicialmente, as bebidas tinham conteúdo alcoólico relativamente baixo, como por exemplo o vinho e a cerveja, já que dependiam exclusivamente do processo de fermentação. Com o advento do processo de destilação, introduzido na Europa pelos árabes na Idade Média, surgiram novos tipos de bebidas alcoólicas, que passaram a ser utilizadas na sua forma destilada. Nesta época, este tipo de bebida passou a ser considerado como um remédio para todas as doenças, pois &#8220;dissipavam as preocupações mais rapidamente do que o vinho e a cerveja, além de produzirem um alívio mais eficiente da dor&#8221;, surgindo então a palavra whisky (do gálico usquebaugh, que significa &#8220;água da vida&#8221;).<o:p> </o:p></strong></font><font size="4" face="Agency FB"><strong>A partir da Revolução Industrial, registrou-se um grande aumento na oferta deste tipo de bebida, contribuindo para um maior consumo e, consequentemente, gerando um aumento no número de pessoas que passaram a apresentar algum tipo de problema devido ao uso excessivo de álcool.<o:p> </o:p></strong></font></p>
<p align="center" class="MsoNormal"><strong><font size="5" color="#ffffff" face="Agency FB">Aspectos<font color="#000000"> Gerais</font></font></strong></p>
<p><strong><font size="4" face="Agency FB"><br />
Apesar do desconhecimento por parte da maioria das pessoas, o álcool também é considerado uma droga psicotrópica, pois ele actua no sistema nervoso central, provocando uma mudança no comportamento de quem o consome, além de ter potencial para desenvolver dependência. O álcool é uma das poucas drogas psicotrópicas que tem seu consumo admitido e até incentivado pela sociedade. Esse é um dos motivos pelo qual ele é encarado de forma diferenciada, quando comparado com as demais drogas. Apesar de sua ampla aceitação social, o consumo de bebidas alcoólicas, quando excessivo, passa a ser um problema. Além dos inúmeros acidentes de trânsito e da violência associada a episódios de embriaguez, o consumo de álcool a longo prazo, dependendo da dose, frequência e circunstâncias, pode provocar um quadro de dependência conhecido como alcoolismo. Desta forma, o consumo inadequado do álcool é um importante problema de saúde pública, especialmente nas sociedades ocidentais, acarretando altos custos para sociedade e envolvendo questões, médicas, psicológicas, profissionais e familiares.<o:p> </o:p></font></strong></p>
<p align="center" class="MsoNormal"><strong><font size="5" color="#ffffff" face="Agency FB">Efeitos<font color="#000000"> Agudos</font></font></strong></p>
<p><strong><font size="4" face="Agency FB"><br />
A ingestão de álcool provoca diversos efeitos, que aparecem em duas fases distintas: uma estimulante e outra depressora.<br />
Nos primeiros momentos após a ingestão de álcool, podem aparecer os efeitos estimulantes como euforia, desinibição e loquacidade (maior facilidade para falar). Com o passar do tempo, começam a aparecer os efeitos depressores como falta de coordenação motora, descontrole e sono. Quando o consumo é muito exagerado, o efeito depressor fica exacerbado, podendo até mesmo provocar o estado de coma.<br />
Os efeitos do álcool variam de intensidade de acordo com as características pessoais. Por exemplo, uma pessoa acostumada a consumir bebidas alcoólicas sentirá os efeitos do álcool com menor intensidade, quando comparada com uma outra pessoa que não está acostumada a beber. Um outro exemplo está relacionado a estrutura física; uma pessoa com uma estrutura física de grande porte terá uma maior resistência aos efeitos do álcool.<br />
O consumo de bebidas alcoólicas também pode desencadear alguns efeitos desagradáveis, como enrubecimento da face, dor de cabeça e um mal-estar geral. Esses efeitos são mais intensos para algumas pessoas cujo organismo tem dificuldade de metabolizar o álcool. Os orientais, em geral, tem uma maior probabilidade de sentir esses efeitos.<o:p> </o:p></font></strong></p>
<p align="center" class="MsoNormal"><strong><font size="5" color="#000000" face="Agency FB">Álcool e Trânsito</font></strong></p>
<p><strong><font size="4" face="Agency FB"><br />
A ingestão de álcool, mesmo em pequenas quantidades, diminui a coordenação motora e os reflexos, comprometendo a capacidade de dirigir veículos, ou operar outras máquinas. Pesquisas revelam que grande parte dos acidentes são provocados por motoristas que haviam bebido antes de dirigir. Neste sentido, segundo a legislação brasileira (Código Nacional de Trânsito, que passou a vigorar em Janeiro de 1998) deverá ser penalizado todo o motorista que apresentar mais de 0,6 gramas de álcool por litro de sangue. A quantidade de álcool necessária para atingir essa concentração no sangue é equivalente a beber cerca de 600ml de cerveja (duas latas de cerveja ou três copos de chupe), 200ml de vinho (duas taças) ou 80ml de destilados (duas doses).<o:p>  </o:p></font></strong></p>
<p align="center" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p align="center" class="MsoNormal"><strong><font size="4" face="Agency FB"><img border="0" width="288" src="http://oficina.cienciaviva.pt/~pw020/g/imagens/alcool.jpg" height="249" /></font></strong></p>
<p align="justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p align="center" class="MsoNormal"><strong><font size="5" color="#000000" face="Agency FB">Alcoolismo</font></strong></p>
<p align="justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p><img border="0" width="224" src="http://oficina.cienciaviva.pt/~pw020/g/imagens/borracho.gif" height="155" /><strong><font size="4" face="Agency FB"><br />
Conforme já citado neste texto, a pessoa que consome bebidas alcoólicas de forma excessiva, ao longo do tempo, pode desenvolver dependência do álcool, condição esta conhecida como &#8220;alcoolismo&#8221;. Os factores que podem levar ao alcoolismo são variados, podendo ser de origem biológica, psicológica, sociocultural ou ainda ter a contribuição resultante de todos estes factores. A dependência do álcool é uma condição frequente, atingindo cerca de 5 a 10% da população adulta brasileira.<br />
A transição do beber moderado ao beber problemático ocorre de forma lenta, tendo uma interface que, em geral, leva vários anos. Alguns dos sinais do beber problemático são: desenvolvimento da tolerância, ou seja, a necessidade de beber cada vez maiores quantidades de álcool para obter os mesmos efeitos; o aumento da importância do álcool na vida da pessoa; a percepção do &#8220;grande desejo&#8221; de beber e da falta de controle em relação a quando parar; síndrome de abstinência (aparecimento de sintomas desagradáveis após ter ficado algumas horas sem beber) e o aumento da ingestão de álcool para aliviar a síndrome de abstinência.<br />
A síndrome de abstinência do álcool é um quadro que aparece pela redução ou parada brusca da ingestão de bebidas alcoólicas após um período de consumo crónico. A síndrome tem início 6-8 horas após a parada da ingestão de álcool, sendo caracterizada pelo tremor das mãos, acompanhado de distúrbios gastrointestinais, distúrbios de sono e um estado de inquietação geral (abstinência leve). Cerca de 5% dos que entram em abstinência leve evoluem para a síndrome de abstinência severa ou delirium tremens que, além da acentuação dos sinais e sintomas acima referidos, caracteriza-se por tremores generalizados, agitação intensa e desorientação no tempo e espaço.<o:p> </o:p></font></strong></p>
<p align="center" class="MsoNormal"><strong><font size="5" color="#000000" face="Agency FB">Efeitos no resto do corpo</font></strong></p>
<p><strong><font size="4" face="Agency FB"><br />
Os indivíduos dependentes do álcool podem desenvolver várias doenças. As mais frequentes são as doenças do fígado (esteatose hepática, hepatite alcoólica e cirrose). Também são frequentes problemas do aparelho digestivo (gastrite, síndrome de má absorção e pancreatite), no sistema cardiovascular (hipertensão e problemas no coração). Também são frequentes os casos de poli neurite alcoólica, caracterizada por dor, formigamento e cãibras nos membros inferiores.<o:p>  </o:p></font></strong></p>
<p align="justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p align="justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p align="center" class="MsoNormal"><strong><font size="5" color="#000000" face="Agency FB">Durante a gravidez</font></strong></p>
<p align="justify" class="MsoNormal"><strong><font size="4" face="Agency FB"><br />
O consumo de bebidas alcoólicas durante a gestação pode trazer consequências para o recém-nascido, sendo que, quanto maior o consumo, maior a chance de prejudicar o feto. Desta forma, é recomendável que toda gestante evite o consumo de bebidas alcoólicas, não só ao longo da gestação como também durante todo o período de amamentação, pois o álcool pode passar para o bebé através do leite materno.<br />
Cerca de um terço dos bebés de mães dependentes do álcool, que fizeram uso excessivo durante a gravidez, são afectados pela &#8220;Síndrome Fetal pelo Álcool&#8221;. Os recém-nascidos apresentam sinais de irritação, mamam e dormem pouco, além de apresentarem tremores (sintomas que lembram a síndrome de abstinência). As crianças severamente afectadas e que conseguem sobreviver aos primeiros momentos de vida, podem apresentar problemas físicos e mentais que variam de intensidade de acordo com a gravidade do caso.</font></strong></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.drogas.misterquim.com%2Fartigos%2Falcool%2F&amp;linkname=%C3%81lcool"><img src="http://www.drogas.misterquim.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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