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	<title>Drogas Blog &#187; Cigarro</title>
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	<description>Informações sobre as drogas é aqui!</description>
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		<title>Drogas Leves &#8211; Efeitos do Consumo das Mesmas</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 16:27:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MiStEr_QuIm</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Habitualmente chama-se droga a toda a substância, susceptível ou não de aplicações médicas, que se usa (por auto-administração) para fins distintos dos que são legítimos em medicina, e que pode produzir uma modificação – fisiológica ou psíquica – no organismo humano. As drogas produzem um estado físico ou psíquico que pode ser prazenteiro ou desagradável. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Habitualmente chama-se droga a toda a substância, susceptível ou não de aplicações médicas, que se usa (por auto-administração) para fins distintos dos que são legítimos em medicina, e que pode produzir uma modificação – fisiológica ou psíquica – no organismo humano.</p>
<p>As drogas produzem um estado físico ou psíquico que pode ser prazenteiro ou desagradável. No primeiro caso costumam levar progressivamente à necessidade de administrar doses mais elevadas, criando uma situação de “dependência” no consumidor.<br />
<span id="more-140"></span><br />
A dependência é uma necessidade mais ou menos irresistível – de origem física ou psíquica ou ambas – de continuar a consumir a droga que a gerou. Manifesta-se de modo ostensivo quando se interrompe repentinamente a administração da droga, produzindo-se então aquilo que se conhece por “síndrome de abstinência”. As manifestações desse síndrome variam muito de uns sujeitos para outros (em função da idade, tolerância à droga, tipo de substância, etc.); em todos eles, no entanto, aparecem alterações psicopatológicas mais ou menos importantes e inclusivamente graves. A dependência é por vezes tão forte que o drogado se sente arrastado a empregar todos os meios, lícitos ou ilícitos, para satisfazer a necessidade que tem.</p>
<p>Na linguagem comum, designa-se por drogas leves a marijuana, o haxixe, anfetaminas e alguns analgésicos e tranquilizantes.</p>
<p>Formas de consumo de drogas</p>
<p>a) Uso esporádico.</p>
<p>É a administração da droga em dose única ou de forma esporádica, ocasional. Nestas condições, se se faz numa dose pequena, não costuma originar nenhuma predisposição ou necessidade de continuar a consumir a droga. Os efeitos que produz, quando é consumida por pessoas normais – coisa muito pouco frequente – são autocontroláveis, ainda que aqui há excepções na forma de resposta do sujeito. Mas não convém esquecer que o uso da droga está normalmente em relação com conflitos e dificuldades da personalidade e com problemas morais; é difícil que uma pessoa centrada na vida, equilibrada e com costumes sãos, caia neste desejo de experimentar o que sabe que com facilidade pode ter graves consequências. De qualquer modo, é preciso dar a conhecer o perigo que supõe iniciar-se no consumo destes produtos (por curiosidade ou desconhecimento dos seus efeitos) pensando falsamente que as drogas leves são inofensivas.</p>
<p>b) Uso habitual.</p>
<p>É o uso da droga de uma forma continuada. Não é fácil determinar o momento em que se passa da administração mais ou menos periódica ao uso continuado ou abuso da droga: depende das pessoas, das quantidades ingeridas e da periodicidade do uso e da composição das substâncias empregadas – questão esta impossível de conhecer na prática, dado o carácter clandestino do mercado.</p>
<p>Dado que o organismo se acostuma à droga, para que esta produza os seus efeitos é necessário que a sua administração se faça em doses maiores e com maior frequência. A este fenómeno chama-se “tolerância”: o organismo necessita progressivamente de uma dose maior – uma vez que se habituou a essa substância – para que o sujeito obtenha as mesmas sensações. O sujeito, em consequência, torna-se cada vez menos dono de si; a droga aumenta a sua tirania e está-se a caminho de passar a depender dela, com perigo próximo de intoxicação. Ou, pelo menos, de necessitar das drogas “duras”, que com rapidez levam à intoxicação. A medicina mostra que os efeitos da marijuana são graves, apesar da sua promoção como inócua (inclusivamente chegam a afirmar falsamente que é menos grave que o álcool e o tabaco).</p>
<p>c) Intoxicação.</p>
<p>É o estado de situação produzido pelo abuso da droga. As repercussões no organismo são muito graves, chegando a produzir a morte. Não se pode esquecer a potenciação dos seus efeitos com álcool, barbitúricos e outras drogas.</p>
<p>Efeitos das drogas leves</p>
<p>Os efeitos produzidos por diferentes drogas leves são parecidos. Por isso são enumerados conjuntamente.</p>
<p>a) Uso esporádico.</p>
<p>Os efeitos que produz a administração da droga em doses “normais” (não altas) e quando esta se toma em dose única ou sem chegar ao abuso são:</p>
<p>- Estado de ânimo: num primeiro momento, sensação de bem-estar; facilidade de expressão verbal; e mudanças qualitativas nas capacidades perceptivas e sensoriais. Depois, quando se passa o momento eufórico, depressão psíquica; disforia; fadiga.</p>
<p>- Capacidade de trabalho: maior rendimento naqueles sujeitos que quando a tomam se encontram sem fadiga; exaltação ou inibição de certas destrezas psicomotoras; reduz a fadiga e a insónia.</p>
<p>- Sexualidade: aumento da sensibilidade, particularmente nas mulheres, inicialmente, mas seguida de embotamento, apatia, frigidez. Se a dose é alta, nos homens pode produzir impotência. Aumento da fantasia.</p>
<p>- Audição: reduz a agudeza auditiva.</p>
<p>- Sistema cardio-vascular: taquicardia; subida da tensão arterial; vasoconstrição periférica.</p>
<p>- Irrigação cerebral: vasoconstrição das artérias cerebrais.</p>
<p>É interessante destacar que o uso esporádico de drogas leves costuma apresentar-se sob o pretexto de se pôr em forma. Na realidade, o que muitas vezes se oculta sob este pretexto é uma depressão leve ou certas crises de ansiedade e desespero perante as frustrações de cada dia, que o sujeito tolera muito mal. No entanto, não se valorizam do ponto de vista moral os efeitos da apatia, da depressão psíquica, a diminuição da capacidade de concentração, os riscos de incorrer em pecados de luxúria, não só pelo efeito afrodisíaco de algumas delas, como pela obnubilação de consciência que produzem.</p>
<p>b) Uso habitual.</p>
<p>Os efeitos que produz o uso habitual da droga são os seguintes:</p>
<p>- Estado de ânimo: diminuição da tolerância ao efeito eufórico. Disforia crescente: ânimo deprimido; irritabilidade; suspicácia; fobias; apatia. Mudança busca até psicose paranóide.</p>
<p>- Rendimento: diminuição progressiva do rendimento. Diminuição da memória e da capacidade de concentração.</p>
<p>- Estado vigil: reduz a sensação de fadiga durante os estados de privação do sono.</p>
<p>- Sexualidade: gradual redução da excitabilidade sexual nos homens: tendência à impotência. Hiperexcitabilidade ou frigidez sexual nas mulheres, segundo os casos.</p>
<p>Como consequência, tende-se a aumentar a dose e a periodicidade no consumo da droga a fim de conseguir os efeitos (no fundo – dizem – são só ’sensações’) próprios do estado de euforia motivados pela sua administração. As pessoas que se encontram nesta situação, tendem a infravalorizar os aspectos negativos que foram assinalados, apoiando-se nos comentários doutros iniciados, que lhe tornam muito difícil escapar a essa dependência.</p>
<p>Não deve omitir-se, entre os efeitos, a desorganização considerável da estrutura da personalidade que submete a inteligência à servidão das chamadas ’sensações’, nem sempre prazenteiras, e aniquila a capacidade motivadora de qualquer valor ou ideal, tornando impossível viver a virtude da temperança e outras virtudes.</p>
<p>c) Intoxicação:</p>
<p>- Psicose paranóide: alucinações auditivas e visuais. Delírio paranóide sem estado confusional. Grande estado de ansiedade. Impulsividade. Agressividade. Actos homicidas.</p>
<p>- Conduta estereotipada: actos compulsivos de tipo repetitivo, descuidando o próprio corpo, ingerindo um único tipo de alimentos, etc.</p>
<p>- Síndrome coreico: hipotonia muscular nas extremidades. Movimentos involuntários faciais, de mãos, cabeça (rotação, flexão, extensão).</p>
<p>- Síndrome de excitação: quadro de excitação psicomotora acompanhado de aumento de pressão sanguínea. Taquicardia. Hipertermia. Dilatação pupilar. Pele pálida e fria. Evolução a um quadro letal por colapso circulatório, etc.</p>
<p>- Síndrome disautonómico: grande ansiedade. Taquicardia motora. Pele pálida. Náuseas; vómitos. Convulsões generalizadas. Coma. Choque cardiovascular.</p>
<p>- Acidentes cerebrovasculares: hemorragia cerebral. Cefaleia intensa. Hemiparestesia. Hemiparesia.</p>
<p>- Condutas desajustadas e anti-sociais: o uso habitual da drogas leves bloqueia a nível do sistema nervoso a relação que articula os nossos actos com as suas consequências. O que antes era uma fonte motivadora, transforma-se agora em indiferença. Inclusivamente, após seis meses ou um ano sem consumir estas substâncias, o “indiferentismo”, a apatia, o aborrecimento persistem. Nada apetece e nada satisfaz. É muito difícil que algum trabalho se destaque como uma tarefa com sentido, gratificadora ou que minimamente satisfaça. As condutas desajustadas e socialmente desadaptadas ou anti-sociais costumam ser uma constante neste período de desabituação, que pode prolongar-se durante um ou vários anos.</p>
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		<title>Sabes Quais São os Efeitos das Drogas?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 12:14:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MiStEr_QuIm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[Cocaína]]></category>
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		<description><![CDATA[Álcool - Atinge todos os tecidos do organismo e provoca 350 desordens físicas e psíquicas.   Haxixe - Défice na atenção auditiva - Surtos psicóticos - Danos na traqueia e brônquios - Esquecimentos - Falta de percepção - Infertilidade - Entre outros   Cocaína - Insónia - Problemas arteriais - Tromboses - Convulsões - Entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://drogasblog.web.simplesnet.pt/uploads/2009/10/Drogas-by-MiStEr_QuIm.png" alt="Sabes Quais são os Efeitos das Drogas?" /></p>
<p><strong>Álcool</strong></p>
<p>- Atinge todos os tecidos do organismo e provoca 350 desordens físicas e psíquicas.<br />
<span id="more-136"></span><br />
 </p>
<p><strong>Haxixe</strong></p>
<p>- Défice na atenção auditiva</p>
<p>- Surtos psicóticos</p>
<p>- Danos na traqueia e brônquios</p>
<p>- Esquecimentos</p>
<p>- Falta de percepção</p>
<p>- Infertilidade</p>
<p>- Entre outros</p>
<p> </p>
<p><strong>Cocaína</strong></p>
<p>- Insónia</p>
<p>- Problemas arteriais</p>
<p>- Tromboses</p>
<p>- Convulsões</p>
<p>- Entre outras</p>
<p> </p>
<p><strong>Cigarro</strong></p>
<p>- Cancro</p>
<p>- Asma</p>
<p>- Enfisema pulmonar</p>
<p>- Insónia</p>
<p>- Depressão</p>
<p>- Entre outras</p>
<p> </p>
<p><strong>LSD (Lyserg sarue Diethylamid)</strong></p>
<p>- Pânico.</p>
<p>- Sensação de deformação do corpo.</p>
<p>- Distúrbio psicótico Crónico.</p>
<p>- Entre outras</p>
<p> </p>
<p><strong>Solventes e Inalantes</strong></p>
<p>- Zumbido nos ouvidos</p>
<p>- Irritação ocular</p>
<p>- Diarreia</p>
<p>- Lesões neurológicas</p>
<p>- Entre outras</p>
<p> </p>
<p><strong>Ecstasy</strong></p>
<p>- Aumenta a temperatura, que pode chegar aos 42 graus.</p>
<p>- Impotência sexual.</p>
<p>- Entre outras.</p>
<p> </p>
<p><strong>Crack</strong></p>
<p>- Tonturas e desmaios</p>
<p>- Hemorragia cerebral</p>
<p>- Psicoses</p>
<p>- lesões do trato respiratório</p>
<p>- Entre outras</p>
<p> </p>
<p><strong>Heroína</strong></p>
<p>- Emagrecimento extremo</p>
<p>- Queda de pressão sanguínea</p>
<p>- Afecções gastro-intestinais</p>
<p>-  Apatia</p>
<p>- Depressão</p>
<p>- Entre outras</p>
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		<title>Tabaco</title>
		<link>http://www.drogas.misterquim.com/artigos/tabaco/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 07:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MiStEr_QuIm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[Tabaco]]></category>

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		<description><![CDATA[Definição e histórico O tabaco é uma planta cujo nome científico é Nicotina tabacos, da qual é extraída uma substância chamada nicotina. Seu uso surgiu aproximadamente no ano 1000 A.C., nas sociedades indígenas da América Central, em rituais mágicos-religiosos com objectivo de purificar, contemplar, proteger e fortalecer os ímpetos guerreiros, além de acreditar que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><strong><font size="4" color="#000000" face="Agency FB">Definição e histórico<br />
O tabaco é uma planta cujo nome científico é Nicotina tabacos, da qual é extraída uma substância chamada nicotina. Seu uso surgiu aproximadamente no ano 1000 A.C., nas sociedades indígenas da América Central, em rituais mágicos-religiosos com objectivo de purificar, contemplar, proteger e fortalecer os ímpetos guerreiros, além de acreditar que a mesma tinha o poder de predizer o futuro. A planta chegou ao Brasil provavelmente pela migração de tribos tupis-guaranis. A partir do século XVI, o seu uso foi introduzido na Europa, por Jean Nicot, diplomata francês vindo de Portugal, após ter-lhe cicatrizado uma úlcera de perna, até então incurável.<br />
No início, utilizado com fins curativos, através do cachimbo, difundiu-se rapidamente, atingindo Ásia e África, no século XVII. No século seguinte, surgiu a moda de aspirar rapé, ao qual foram atribuídas qualidades medicinais, pois a rainha da França, Catarina de Médicis, o utilizava para aliviar suas enxaquecas.<br />
No século XIX, iniciou-se o uso do charuto, através da Espanha atingindo toda a Europa, Estados Unidos e demais continentes, sendo utilizado para demonstração de ostentação. Por volta de 1840 a 1850, surgiram as primeiras descrições de homens e mulheres fumando cigarros, porém somente após a Primeira Guerra Mundial (1914 a 1918) seu consumo apresentou uma grande expansão.<br />
Seu uso espalhou-se por todo mundo a partir de meados do século XX, com ajuda de técnicas avançadas de publicidade e marketing, que se desenvolveram nesta época.<br />
A partir da década de 60, surgiram os primeiros relatórios científicos que relacionaram o cigarro ao adoecimento do fumante e hoje existem inúmeros trabalhos comprovando os malefícios do tabagismo à saúde do fumante e do não-fumadores exposto à fumaça do cigarro.<br />
Hoje o fumo é cultivado em todas as partes do mundo e é responsável por uma actividade económica que envolve milhões de dólares.<br />
Apesar dos males que o hábito de fumar provoca, a nicotina é uma das drogas mais consumidas no mundo.<o:p> </o:p></font></strong></p>
<p><strong><font size="4" color="#000000" face="Agency FB">Efeitos no cérebro<br />
Quando o fumante dá uma tragada, a nicotina é absorvida pelos pulmões, chegando ao cérebro geralmente em 9 segundos.<br />
Os principais efeitos da nicotina no Sistema Nervoso Central são: elevação leve no humor (estimulação) e diminuição do apetite. A nicotina é considerada um estimulante leve, apesar de um grande número de fumantes relatarem que se sentem relaxados quando fumam. Essa sensação de relaxamento é provocada pela diminuição do tônus muscular.<br />
Essa substância, quando usada ao longo do tempo, pode provocar o desenvolvimento de tolerância, ou seja, a pessoa tende a consumir um número cada vez maior de cigarros para sentir os mesmos efeitos que originalmente eram produzidos por doses menores.<br />
Alguns fumantes, quando suspendem repentinamente o consumo de cigarros, podem sentir fissura (desejo incontrolável por cigarro), irritabilidade, agitação, prisão de ventre, dificuldade de concentração, diurese, tontura, insónia e dor de cabeça. Esses sintomas caracterizam a síndrome de abstinência, desaparecendo dentro de uma ou duas semanas.<br />
A tolerância e a síndrome de abstinência são alguns dos sinais que caracterizam o quadro de dependência provocado pelo uso de tabaco.<o:p> </o:p></font></strong><strong><font size="4" color="#000000" face="Agency FB">Efeitos no resto do organismo<br />
A nicotina produz um pequeno aumento no batimento cardíaco, na pressão arterial, na frequência respiratória e na actividade motora.<br />
Quando uma pessoa fuma um cigarro, a nicotina é imediatamente distribuída pelos tecidos. No sistema digestivo provoca queda da contracção do estômago, dificultando a digestão. Há um aumento da vasoconstrição e na força das contracções cardíacas.<o:p> </o:p></font></strong><strong><font size="4" color="#000000" face="Agency FB">Efeitos tóxicos<br />
A fumaça do cigarro contém um número muito grande de substâncias tóxicas ao organismo. Dentre as principais, citamos a nicotina, o monóxido de carbono, e o alcatrão.<br />
O uso intenso e constante de cigarros aumenta a probabilidade da ocorrência de algumas doenças como por exemplo a pneumonia, câncer (pulmão, laringe, faringe, esófago, boca, estômago, entre outros), enfarte miocárdio; bronquite crónica; enfisema pulmonar; derrame cerebral; úlcera digestiva; etc. Entre outros efeitos tóxicos provocados pela nicotina, podemos destacar ainda náuseas, dores abdominais, diarreia, vómitos, cefaleia, tontura, bradicardia e fraqueza.<o:p> </o:p></font></strong><strong><font size="4" color="#000000" face="Agency FB">Tabaco e gravidez<br />
Quando a mãe fuma durante a gravidez &#8220;o feto também fuma&#8221;, recebendo as substâncias tóxicas do cigarro através da placenta. A nicotina provoca aumento do batimento cardíaco no feto, redução do peso do recém-nascido, menor estatura, além de alterações neurológicas importantes. O risco de, abortamento espontâneo, entre outras complicações durante a gravidez é maior nas gestantes que fumam.<br />
Durante a amamentação, as substâncias tóxicas do cigarro são transmitidas para o bebé também através do leite materno.<o:p> </o:p></font></strong><strong><font size="4" color="#000000" face="Agency FB">Tabagismo passivo<br />
Os fumadores não são os únicos expostos à fumaça do cigarro pois os não-fumadores também são agredidos por ela, tornando-se fumantes passivos.<br />
Os poluentes do cigarro dispersam-se pelo ambiente, fazendo com que os não-fumadores próximos ou distantes dos fumantes, inalem também as substâncias tóxicas.<br />
Estudos comprovam que filhos de pais fumantes apresentam uma incidência 3 vezes maior de infecções respiratórias (bronquite, pneumonia, sinusite) do que filhos de pais não-fumadores.<o:p> </o:p></font></strong><strong><font size="4" color="#000000" face="Agency FB">Aspectos gerais<br />
O hábito de fumar é muito frequente na população. A associação do cigarro com imagens de pessoas bem sucedidas, jovens, desportistas é uma constante nos meios de comunicação. Este tipo de propaganda é um dos principais factores que estimulam o uso do cigarro. Por outro lado, os programas de controle do tabagismo, vêm recebendo um destaque cada vez maior em diversos países, ganhando apoio de grande parte da população.<o:p> </o:p></font></strong></p>
<p align="justify"><span><strong><font size="4" color="#000000" face="Agency FB">O que é INCA/Contapp?<br />
O INCA (Instituto Nacional de Câncer) é o órgão do Ministério da Saúde responsável pelas acções de controlo do tabagismo e prevenção primária de câncer no Brasil, através da Coordenação Nacional de Controlo do Tabagismo e Prevenção Primária de Câncer (Contapp). Essas acções vão desde a comemoração de datas específicas, como Dia Mundial sem Tabaco, 31 de Maio e Dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de Agosto, até a estruturação e realização de programas continuados para controlo do tabagismo e de outros factores de risco de câncer, em unidades de saúde, escolas e ambientes de trabalho.<br />
Para isso, o INCA/Contapp, coordena uma rede de 27 coordenadores estaduais, capacita recursos humanos, desenvolve pesquisas, elabora livros didácticos sobre o tema, além de folhetos, cartazes e adesivos; presta assessoria técnica nos projectos de lei sobre tabagismo, que tramitam no Congresso Nacional; e participa de congressos de todas as áreas do conhecimento relacionadas ao tabagismo.</font> </strong></span></p>
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