<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Drogas Blog &#187; Exames de caracter toxicológico</title>
	<atom:link href="http://www.drogas.misterquim.com/categorias/exames-de-caracter-toxicologico/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.drogas.misterquim.com</link>
	<description>Informações sobre as drogas é aqui!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 25 May 2010 09:07:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Controlo &#8216;antidoping&#8217; chega ao golfe</title>
		<link>http://www.drogas.misterquim.com/artigos/controlo-antidoping-chega-ao-golfe/</link>
		<comments>http://www.drogas.misterquim.com/artigos/controlo-antidoping-chega-ao-golfe/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 May 2008 18:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MiStEr_QuIm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dopagem]]></category>
		<category><![CDATA[Doping]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas em geral]]></category>
		<category><![CDATA[Exames de caracter toxicológico]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.drogas.misterquim.com/?p=87</guid>
		<description><![CDATA[Mais de uma centena de membros do PGA Tour reuniram-se em Janeiro, em San Diego, mais concretamente em Torrey Pines, para ouvir desconfiadamente alguns especialistas explicar-lhes como irá funcionar o programa de antidoping que vigorará no mais poderoso circuito de golfe profissional do mundo, sediado nos Estados Unidos, a partir de Julho. A dada altura, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="margin: 10px auto; width: 262px; text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="http://dn.sapo.pt/2008/05/17/443170.jpg" alt="" width="285" height="151" /></div>
<p><!-- END: caixa_titulo --><!-- START: caixa_texto --></p>
<div class="arial_noticias_artigo" style="clear: left; padding-right: 0px; padding-left: 10px; padding-bottom: 10px; padding-top: 0px;">Mais de uma centena de membros do PGA Tour reuniram-se em Janeiro, em San Diego, mais concretamente em Torrey Pines, para ouvir desconfiadamente alguns especialistas explicar-lhes como irá funcionar o programa de <em>antidoping</em> que vigorará no mais poderoso circuito de golfe profissional do mundo, sediado nos Estados Unidos, a partir de Julho.</div>
<p>A dada altura, um sujeito com cara de duro, que por três vezes caçou ursos no Alasca e visitou tropas norte-americanas estacionadas na Coreia e em Guantanamo (Cuba), virou-se para a plateia e disparou como se desse uma &#8220;drivada&#8221; de 300 metros: &#8220;Se algum desses tipos vier a minha casa recolher uma amostra sem mandato judicial, será muito difícil escapar-se da minha propriedade sem um chumbo no traseiro.&#8221;</p>
<p>Não é difícil de imaginar a reacção dos restantes jogadores na sala à manifestação de testosterona de Frank Lickliter II, o autor daquela declaração. Foi o ponto alto da reunião, mas os enxovalhados consultores do PGA Tour para o programa de controlo <em>antidoping</em> poderão ser os últimos a rir. Se Lickliter II, que não ganhou mais do que dois torneios do PGA Tour na sua carreira e nunca entrou no <em>top 100</em> do <em>ranking</em> mundial, levar à letra a sua ameaça, arriscar-se-á, daqui a uns meses, a uma suspensão de um ano por recusar a análise. Durante décadas, o golfe desdenhou de outras modalidades desportivas e escusou-se a acolher os controlos <em>antidoping</em> no seu seio. &#8220;Não vemos razão para fazer testes. O golfe é limpo&#8221;, dizia em 2006 Tim Finchem, o comissário do PGA Tour, espécie de presidente executivo do circuito profissional americano. &#8220;Seguir as normas olímpicas não é uma atitude realista no golfe moderno, porque não temos esse problema no golfe&#8221;, acrescentava no mesmo ano George O&#8217;Grady, o homólogo de Finchem no European Tour, o circuito profissional europeu.</p>
<p>Em muito pouco tempo, ambos viram-se forçados a mudar de opinião e no final do ano passado uma alargada cimeira entre o PGA Tour, European Tour, LPGA Tour, PGA of America, USGA, Royal &amp; Ancient Golf Club of St. Andrews e o Augusta National Golf Club proclamaram irreversível a instauração de uma política <em>antidoping</em> no golfe.</p>
<p>O LPGA Tour, o circuito feminino americano, foi o primeiro circuito profissional a iniciar os testes, logo em Fevereiro. Em Julho, entrarão em vigor os controlos no European Tour e no PGA Tour. A partir desse momento, os torneios do Grand Slam, masculinos e femininos, passarão a acatar todas as deliberações tomadas pelos circuitos profissionais &#8211; ou seja, jogadores penaliza- dos com suspensões por análises positivas também não poderão actuar nos <em>majors</em> &#8211; e, mais tarde ou mais cedo, outras entidades apanharão o comboio.</p>
<p>Tim Finchem, talvez a figura mais poderosa do golfe mundial, teve de assinar, mas não se conforma. Num desabafo a um jornalista da Associated Press confessou: &#8220;Isto contraria tanto tudo aquilo que é o golfe.&#8221;</p>
<p>O comissário do PGA Tour referia&#8211;se ao ancestral código de honra sagrado de uma modalidade multissecular em que a palavra é lei e na qual os jogadores se acusam no campo das violações cometidas por eles próprios a fim de serem penalizados, só chamando os árbitros em última instância. Mas esse é o golfe que já pouco existe.</p>
<p>Poderemos falar em cavalheirismo quando a esmagadora maioria dos amadores estabelece como objectivo primeiro ganhar torneios em vez de visar, sobretudo, baixar de <em>handicap</em> como nos tempos nobres? Faz sentido apelar a um código de honra quando a Federação Portuguesa de Golfe (FPG) se vê inundada de processos judiciais e alguns dos seus dirigentes submetidos a termo de identidade e residência porque jogadores contestam em tribunal decisões disciplinares federativas?</p>
<p>A democratização do golfe trouxe uma nova realidade à modalidade. Ganhar é agora a prioridade, tanto entre amadores como profissionais. Filipe Lima, o único profissional português membro do European Tour, não tem dúvidas: &#8220;É claro que está mais do que na altura de se fazer controlo <em>antidoping</em> no golfe. Já deveria ter sido feito antes. É um dos desportos que mais dinheiro movimenta e onde há dinheiro há batota.&#8221;</p>
<p>Gary Player, o septuagenário sul&#8211;africano que conquistou nove títulos do Grand Slam, foi ainda mais incisivo no British Open do ano passado: &#8220;Sei que há golfistas dopados! Seja com substâncias como a creatina ou com esteróides. É um facto que alguns fazem-no. Um deles disse-me e vi logo alterações visíveis nele. Há, pelo menos, uma dezena de tipos que toma alguma coisa. E o pior é que há médicos que apoiam. Nos últimos cinco anos falei com nove médicos e todos aconselharam-me a tomar algo. Chegaram mesmo a informar-me que ficaria mais forte, a pele mais compacta e até o cabelo mais espesso. Seria capaz de jogar a bola uns 20 metros mais longe.&#8221; Filipe Lima também sabe de casos: &#8220;Há jogadores que já me disseram que tomaram substâncias para recuperar. É <em>doping</em>. Não acho normal que os outros possam recuperar mais rapidamente do que eu só porque ingerem coisas. Eu nunca tomei nada. Só vinho. Não é justo.&#8221;</p>
<p>Está na hora de se tirarem as dúvidas e até aqueles que insistem nas virtudes imaculadas do golfe, apesar de todas as evidências em contrário, reconhecem a necessidade de prová-lo com actos e não com meras palavras.</p>
<p>Manuel Agrellos, o presidente da FPG, antigo presidente da PGA da Europa e da Associação Europeia de Golfe, escreveu num editorial da revista <em>Golf Digest Portugal</em>, que dirige: &#8220;Acredito que o golfe é um desporto limpo, ou que, pelo menos, está entre os mais limpos. Mas também considero que não pode ficar eternamente afastado desta matéria tão em voga e escandalosa nos tempos que correm. Se nas outras modalidades se faz controlo <em>antidoping</em>, o golfe não deve fugir à regra, até porque os prémios atribuídos nas mais importantes provas profissionais são os mais altos do desporto e atingem com frequência o milhão de dólares.&#8221;</p>
<p>Dick Pound, o presidente da Agência Mundial de Antidopagem (WADA), insiste que &#8220;o que a introdução de testes no golfe irá fazer, é deter aqueles que estão a considerar o uso de drogas e assustar os que já recorrem a elas. No futuro, o problema tenderá a desaparecer&#8221;. Padraig Harrington, o pacato irlandês que foi segundo classificado no Open de Portugal de 2001 e ganhou o seu primeiro torneio do Grand Slam no British Open do ano passado, resigna-se aos ventos turbulentos que passam e olha mais para a calmaria do futuro: &#8220;A transição será sempre difícil, mas em dez anos, quando o golfe for dominado por uma nova geração de jogadores, nem pensaremos duas vezes sobre este assunto.&#8221;|</p>
<p>Fonte: DN</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://www.drogas.misterquim.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.drogas.misterquim.com/artigos/controlo-antidoping-chega-ao-golfe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Testes para detecção de drogas &#8211; Sabes o que são?</title>
		<link>http://www.drogas.misterquim.com/artigos/testes-para-deteccao-de-drogas-sabes-o-que-sao/</link>
		<comments>http://www.drogas.misterquim.com/artigos/testes-para-deteccao-de-drogas-sabes-o-que-sao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 04:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MiStEr_QuIm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exames de caracter toxicológico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.drogas.misterquim.com/?p=41</guid>
		<description><![CDATA[&#160;    Algumas questões sobre os testes para detecção de substâncias no organismo. O que são os testes? As análises/testes para detectar o consumo de drogas são análises específicas de detecção das diferentes drogas. Não é possível ser detectado o consumo de uma droga através dos exames/análises de rotina ao sangue e à urina (aquelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table hasbox="2">
<tr hasbox="2">
<td hasbox="2" class="supImagem">
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
</td>
<td hasbox="2" class="supContentText">
<h4 hasbox="2"></h4>
<h5 hasbox="2">  </h5>
<h5 hasbox="2">Algumas questões sobre os testes para detecção de substâncias no organismo.</h5>
</td>
</tr>
</table>
<p hasbox="2" class="content"><strong hasbox="2">O que são os testes?</strong><br />
As análises/testes para detectar o consumo de drogas são análises específicas de detecção das diferentes drogas.<br />
Não é possível ser detectado o consumo de uma droga através dos exames/análises de rotina ao sangue e à urina (aquelas que fazes de tempos a tempos para saber se está tudo ok)</p>
<p><strong>Que tipo de análises existem?</strong><br />
Existem análises ao sangue, à urina, ao cabelo (só para investigação), ao suor e à saliva. No entanto os mais utilizados são os testes à urina, que podem ser realizados em laboratório ou através de um kit comprado em qualquer farmácia (vê imagem!).</p>
<p><strong hasbox="2">Quais os factores que podem influenciar os resultados dos testes?</strong><br />
A possibilidade de detecção de substâncias no organismo vai depender de vários factores, entre os quais:</p>
<ul hasbox="2">
<li>Características da substância consumida (quantidade e a qualidade);</li>
<li hasbox="2">Características do indivíduo (peso, altura, género, capacidade de metabolização da substância no organismo, humor, etc.);</li>
<li>Características do consumo (frequência de consumo, circunstâncias do consumo, etc.);</li>
<li>Método de detecção utilizado (teste à urina, sangue, cabelo, saliva ou suor).</li>
</ul>
<p><strong>Período de detecção</strong><br />
Na tabela seguinte apresentamos os períodos de detecção de variadas substâncias para os habituais testes à urina.</p>
<table cellPadding="0" cellSpacing="0" class="cssTabela">
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>
<p align="center"><strong>Substância</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>Na urina</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Álcool</td>
<td>6-24 h</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Anfetaminas</td>
<td>1-4 dias</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Barbitúricos</td>
<td>1-21 dias</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Benzodiazepinas</td>
<td>1-42 dias</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Cannabis (uso esporádico &#8211; até 4 vezes semana)</td>
<td>48-72 h</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Cannabis (consumo habitual/diário)</td>
<td>Mais 12 semanas</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Cocaína</td>
<td>4-5 dias</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Codeína/Morfina</td>
<td>2-4 dias</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Cogumelos</td>
<td>1-3 dias</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Ecstasy</td>
<td>1-3 dias; 3-5 dias (consumo habitual)</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>GHB</td>
<td>12-24 h</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Heroína</td>
<td>1- 4 dias</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>LSD</td>
<td>24-72 h</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%" vAlign="top" class="Border"> </td>
<td>Ketamina</td>
<td>2-4 dias</td>
</tr>
</table>
<p><strong>Onde posso fazer testes para detecção de drogas?</strong><br />
Existem à venda nas farmácias kits para detecção de drogas na urina, nomeadamente para detecção de cannabinóides (haxixe, marijuana), cocaína e opiáceos (heroína). Estes testes custam aproximadamente 5 euros.<br />
Voltamos a referir a variabilidade existente em relação aos resultados apresentados por estes testes face à existência de diversas condicionantes (características do indivíduo, consumo e da substância).</p>
<p><strong>No meu local de trabalho, podem pedir-me para realizar os testes?</strong><br />
Nos dias de hoje, existem algumas instituições que solicitam a realização de testes para detecção de drogas, inclusive esta situação pode estar contemplada no contrato de trabalho. Contudo, a pessoa deve ser sempre informada sobre o tipo de análises que lhe irão ser efectuadas.</p>
<p><strong>Posso tomar alguma coisa para a droga não ser detectada nos testes?</strong><br />
Não existem informações científicas nesse sentido.</p>
<p hasbox="2" class="Tabela">A droga não permanece para sempre no organismo, é eliminada. No entanto, será importante diferenciar entre a presença da substância no organismo que tem um período limitado e as suas consequências a nível físico e psicológico, podendo estas permanecerem durante mais tempo no organismo.</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://www.drogas.misterquim.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.drogas.misterquim.com/artigos/testes-para-deteccao-de-drogas-sabes-o-que-sao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>364</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quais tipos de exames toxicológicos existentes ? Eles detectam qualquer droga ? A partir de quando eles dão positivo ?</title>
		<link>http://www.drogas.misterquim.com/artigos/quais-tipos-de-exames-toxicologicos-existentes-eles-detectam-qualquer-droga-a-partir-de-quando-eles-dao-positivo/</link>
		<comments>http://www.drogas.misterquim.com/artigos/quais-tipos-de-exames-toxicologicos-existentes-eles-detectam-qualquer-droga-a-partir-de-quando-eles-dao-positivo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 05:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MiStEr_QuIm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exames de caracter toxicológico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.drogas.misterquim.com/?p=6</guid>
		<description><![CDATA[A análise toxicológica para verificação do consumo de drogas vem sendo utilizada no meio profissional, no desporto, no auxílio e acompanhamento da recuperação de utentes em clínicas de tratamento e em pesquisas. Há testes disponíveis para a detecção de qualquer tipo de substância psicoativa (marijuana, cocaína, barbitúricos, opiáceos, anfetaminas e ecstasy). Actualmente há três tipos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A análise toxicológica para verificação do consumo de drogas vem sendo utilizada no meio profissional, no desporto, no auxílio e acompanhamento da recuperação de utentes em clínicas de tratamento e em pesquisas. Há testes disponíveis para a detecção de qualquer tipo de substância psicoativa (marijuana, cocaína, barbitúricos, opiáceos, anfetaminas e ecstasy).</p>
<p>Actualmente há três tipos de exames capazes de detectar a presença de drogas no organismo:</p>
<p>EXAME DE URINA<br />
As drogas são geralmente destruídas (metabolizadas) pelo fígado e eliminadas pela urina. Portanto, analisar a urina em busca de metabólitos das drogas é um dos métodos para se detectar a presença do consumo de drogas. A urina é geralmente aceita como amostra para verificar o uso recente de drogas de abuso, mas não permite distinguir o utilizador ocasional do abusivo ou do dependente.</p>
<p>O período de duração da detectabilidade das drogas varia de acordo com a frequência e intensidade do uso das mesmas. Este período pode variar de poucas horas até 27 dias (ver tabela abaixo). A análise de amostras de urina podem detectar o consumo de marijuana e de cocaína em períodos mais longos. Já o álcool é metabolizado e eliminado rapidamente e os exames toxicológicos detectam somente o uso feito nas últimas horas.<br />
A exacta concentração da droga ou de seu metabólito presente na urina não pode ser estimada; oferecendo um resultado preliminar. A quantificação da droga é realizada, quando solicitada, por metodologia específica em centros especializados. Portanto, a interpretação do resultado desta triagem deve ser submetida à consideração clínica e ao julgamento profissional do médico. Ainda, as concentrações de detecção do método seguem as recomendações da &#8220;Substance Abuse and Mental Health Services Administration&#8221; SAMHSA, EEUU. .</p>
<p>DURAÇÃO DA DETECTABILIDADE DAS DROGAS DE ABUSO NA URINA:</p>
<p>Substância | Duração da Detectabilidade</p>
<p>Anfetamina | 48 horas</p>
<p>Metanfetamina | 48 horas</p>
<p>Barbitúricos:<br />
Ação curta 24 horas<br />
Ação Intermediária de 48 a 72 horas<br />
Ação Prolongada 7 dias ou mais</p>
<p>Benzodiazepínicos 3 dias (dose terapêutica)</p>
<p>Metabólitos da Cocaína de 2 a 3 dias</p>
<p>Metadona 3 dias aproximadamente</p>
<p>Codeína / Morfina 48 horas</p>
<p>Canabinóides (marijuana):<br />
Uso Único 3 dias<br />
Uso Moderado 4 dias<br />
Uso Intenso (diário) 10 dias<br />
Uso Crônico de 21 a 27 dias</p>
<p>Metaquoalona 7 dias ou mais</p>
<p>Feniciclidina (PCP) 8 dias apoximadamente</p>
<p>Journal of the American Medical Association´s Council on Scientific Affairs, 1987, pp. 3, 112</p>
<p> EXAME DE SANGUE</p>
<p>Pesquisa directa da droga no sangue. O exame de sangue possibilita apenas verificar o uso recente de substâncias (algumas horas). Este exame é realizado em centros especializados.</p>
<p>TESTE DO CABELO</p>
<p>A análise de amostras do cabelo ainda não é considerada válida por ter sua eficácia e utilidade sendo discutida no meio cientifico. Portanto, a credibilidade deste tipo de teste precisa de mais estudos.</p>
<p>O cabelo cresce cerca de um centímetro por mês. A base do fio está dentro do couro cabeludo e é ricamente irrigada pelo sangue. Quando alguém usa uma droga, parte da substância é absorvida pelo sangue que irriga o couro cabeludo e se deposita no cabelo. Quando ele cresce, leva a droga acumulada consigo. Com isso, o teste do cabelo seria capaz de detectar o consumo de drogas por vários meses (cada centímetro de cabelo seria um mês de uso).</p>
<p>É importante salientar que os teste de detecção de drogas só podem ser realizados após autorização do indivíduo por escrito ou em condições de urgência clínica. No ambiente hospitalar a triagem para drogas de abuso é realizada exclusivamente para avaliação e suporte da conduta médica, não podendo ser utilizado como subsídio para outras acções.</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://www.drogas.misterquim.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.drogas.misterquim.com/artigos/quais-tipos-de-exames-toxicologicos-existentes-eles-detectam-qualquer-droga-a-partir-de-quando-eles-dao-positivo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>74</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
