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70% dos sem-abrigo têm problemas com as drogas

Álcool, Alcoolismo, Bebida alcoólica, Cannabis, Cocaína, Cogumelos e Plantas Alucinógeno, Drogas em geral, Ecstasy, Heroína, Maconha ou Marijuana, Notícias, Saúde, Sociedade, Toxicodependência, Toxicomania Dezembro 19th, 2009

70% dos sem-abrigo têm problemas com as drogas

Lisboa contabiliza 1680 sem abrigo, para quem a Comunidade Vida e Paz organiza Festa de Natal, até domingo. Maioria chega a esta situação devido a problemas de droga e álcool. Desemprego e doenças mentais são outras causas.

“Degradei-me na droga.” As palavras são de António, 55 anos, que há 18 anos ocupava um cargo de relevo numa empresa sediada em Lisboa. “Cheguei a viver num hotel em Paris”, explica. Devido ao consumo excessivo de cocaína António perdeu a família, a empresa e toda a vida estável que tinha.

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Drogas Leves – Efeitos do Consumo das Mesmas

Álcool, Cannabis, Cigarro, Geral, Maconha ou Marijuana, Prevenção, Saúde, Sociedade, Tabaco, Toxicodependência Outubro 30th, 2009

Habitualmente chama-se droga a toda a substância, susceptível ou não de aplicações médicas, que se usa (por auto-administração) para fins distintos dos que são legítimos em medicina, e que pode produzir uma modificação – fisiológica ou psíquica – no organismo humano.

As drogas produzem um estado físico ou psíquico que pode ser prazenteiro ou desagradável. No primeiro caso costumam levar progressivamente à necessidade de administrar doses mais elevadas, criando uma situação de “dependência” no consumidor.
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Kit Anti Drogas GRÁTIS! Pede já o teu!

Drogas em geral, Geral, Saúde, Sociedade, Toxicodependência Abril 17th, 2009

Pacote Informativo A Verdade sobre as Drogas

Para aqueles que gostariam de fazer alguma coisa quanto à toxicodependência na sua comunidade, este pacote informativo apresenta um “Manual de Actividades” a detalhar acções precisas que uma pessoa pode fazer para ajudar a criar uma comunidade sem drogas. Incluído está “O Kit de Educação A Verdade sobre as Drogas” com uma série de 10 folhetos educativos sobre as drogas que cobrem os factos sobre a marijuana, cristal devastador, Ecstasy, crack, cocaína, heroína, drogas prescritas e LSD. O kit de educação também apresenta um plano de lições para ser usado pelos educadores. A completar o pacote está um DVD com uma apresentação em vídeo sobre o âmbito do nosso programa de prevenção de drogas internacional. O DVD contém, para além disso, uma série de anúncios de serviço público vencedores de prémios que compelem a juventude a obter os factos que eles precisam para tomarem decisões informadas quanto a manterem-se livres de drogas.

 

Para pedirem gratuitamente este kit cliquem no seguinte url http://www.drugfreeworld.org/store/freekit.html?&locale=pt_PT

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Discriminalização de drogas em Portugal surpreende nos EUA

Drogas em geral, Geral, Notícias, Prevenção, Saúde, Sociedade, Toxicodependência Abril 11th, 2009

É um dos mais conhecidos constitucionalistas dos EUA, país onde a política da droga é das mais severas. Analisou o que se passa em Portugal. E concluiu que deve servir de exemplo. A Time e a BBC já pediram para vir ver como era.

Glenn Greenwald poderá abusar da adjectivação no relatório “Descriminalização da droga em Portugal: lições para criar políticas justas e bem sucedidas sobre a droga”. Mas tem o mérito de ter chamado a atenção para o que por cá se faz em matéria de luta contra a toxicodependência. No documento apresentado na semana passada no Cato Institute de Washington, fala de “sucesso retumbante”. E fá-lo comparando Portugal com a Europa e com os EUA.

Desde 1 Julho de 2001 (Lei n.º 30/2000, de 29 de Novembro), a aquisição, posse e consumo de qualquer droga estão fora da moldura criminal e passaram a ser violações administrativas. Desde então, o uso de droga em Portugal fixou-se “entre os mais baixos da Europa, sobretudo quando comparado com estados com regimes de criminalização apertados”. Baixou o consumo entre os mais jovens e reduziram-se a mortalidade (de 400 para 290, entre 1999 e 2006) e as doenças associadas à droga.

Proibido? Sim, mas sem prisão

Porquê? Porque, adianta Greenwald, Portugal ofereceu mais oportunidades de tratamento. E cita peritos que atribuem esta mudança de abordagem à descriminalização. Por partes: consumir continua a ser proibido. Mas já não dá prisão. Quando muito, dá uma multa. Na maioria dos casos, uma reprimenda. E o encaminhamento para o tratamento.

Com isto, mitigou-se aquele que era o principal desafio da luta contra a droga: o receio de procurar ajuda e de, por essa via, acabar na cadeia. O estigma do crime diluiu-se, ao contrário do que acontece em Espanha, por exemplo, onde as sanções são raras, mas passa-se por processos penais, diz o constitucionalista. Por outro lado, resgataram-se recursos que eram gastos na criminalização (em processos e detenções, já que 60% deles envolviam consumidores), canalizando-os para o tratamento. Entre 1999 e 2003, cresceu 147% o número de pessoas em programas de substituição.

Greenwald cita estudos de 2006, segundo os quais a prevalência do consumo desceu de 14,1% para 10,6% (face a 2001) nos 13-15 anos, e de 27,6 para 21,6% nos 16-18 anos. A subida nas faixas etárias seguintes, adianta, não se prende com mais consumo, mas porque os jovens consumidores pré-descriminalização estão hoje mais velhos. Ou seja, se os adolescentes consomem menos, a prazo, menos adultos consumirão.

A análise de Gleen Greenwald estende-se ainda sumariamente à atitude dos vários quadrantes políticos portugueses e ao ambiente político pré e pós-descriminalização. Dá conta de um quase consenso actual, à excepção da Direita conservadora. E regressa aos números para desmontar os cenários de pesadelo previstos antes da lei. O consumo de droga não se generalizou, nem Portugal se transformou num paraíso turístico oferecendo “sol, praias e droga”: 95% dos cidadãos atendidos nas comissões de dissuasão de toxicodependência criadas com a lei (para onde os consumidores são encaminhados pela Polícia) são portugueses. Do resto da Europa, serão à volta de 1%.

Greenwald diz que este caso de sucesso deveria ser tema de debate em todo o Mundo e lamenta que, confrontadas com ele, as autoridades americanas se tenham remetido ao silêncio.

 

Fonte: JN

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Drogas e VIH

Doenças, Drogas em geral, Geral, Saúde, Sociedade Março 24th, 2009

Qual a relação entre o uso de drogas e o HIV?

O uso de drogas é o maior factor de disseminação do VIH. A troca de material para a injecção de drogas pode transmitir o HIV e hepatites e as pessoas que usam drogas têm tendência a ter uma actividade sexual não protegida.

O uso de drogas pode também ser perigosa para as pessoas que estejam a tomar medicação antiretroviral. As pessoas que usam drogas têm tendência atomar menos os medicamentos e as drogas podem ter interacções perigosas com os antiretrovirais.

Injecção e infecção

A infecção pelo HIV espalha-se mais facilmente quando as pessoas trocam entre si material usado para a injecção. A troca de seringas e outro material também transmite hepatite B, hepatite C e outras doenças.

O sangue infectado é introduzido na seringa e injectado juntamente com a droga pelo próximo utilizador da seringa. Esta é a via de mais fácil transmissão do HIV porque o HIV entra directamente no sangue.

Mesmo pequenas quantidades de sangue nas caricas, nos filtros, nos garrotes ou na água destilada pode ser suficiente para contaminar um outro utilizador. O sangue presente nas mãos – mesmo em pequenas quantidades – pode ser perigoso quando por exemplo tentar ajudar alguém a encontrar uma veia, a segurar um braço ou a dar material de injecção.

Para reduzir o risco de HIV e infecção por hepatites nunca troque qualquer tipo de material usado para as drogas e mantenha as suas mãos bem lavadas. Cuidadosamente lave as suas caricas e o local onde se injectou.

Um estudo recente mostrou que o HIV pode sobreviver numa seringa usada durante 4 semanas. Se você reutilizar o seu material pode reduzir o risco de infecção se o lavar entre as ocasiões em que o usa. Se possível, só reutilize a sua própria seringa. Ela deve ser desinfectada porque as bactérias crescem dentro dela.

A maneira mais eficaz de desinfectar a sua seringa é lavá-la com água, depois com lixívia e depois lavá-la novamente. Procure retirar todo o sangue que estiver dentro da seringa agitando-a vigorosamente durante 30 segundos. Use água fria porque a água quente tem tendência a que o sangue forme coágulos. Para matar o HIV e os vírus da hepatite C deite lixívia dentro da seringa durante dois minutos. Mas nem sempre a seringa fica limpa de HIVe de vírus da hepatite. Use, sempre que possível, uma nova seringa.

Programas de trocas de seringas

Os programas de troca de seringas permitem que use as suas drogas com segurança. Algumas pessoas pensam que a troca de seringas promove o uso de drogas, o que está provado, não é verdade. As taxas de infecção baixam com os programas de trocas de seringas e há um maior número de pessoas que usam drogas que entram em programas de tratamento. Em Portugal pode encontrar seringas em quase todas as farmácias de bairro.

Uso de drogas e sexo não seguro

Para muitas pessoas drogas e sexo andas juntos. As pessoas que usam drogas muitas vezes vendem sexo para obter drogas. Algumas pessoas pensam que a sua actividade sexual é mais divertida quando usam drogas.

O uso de drogas, incluindo álcool, aumenta a probabilidade de que as pessoas não se protejam durante o acto sexual. As pessoas que vendem sexo por droga podem ter dificuldades em que o façam de modo livre e consciente. Muitas pessoas que fazem sexo por droga esquecem-se de usar protecção ou de cuidar disso.

Medicamentos e drogas

É muito importante tomar todas as doses dos medicamentos antiretrovirais. As pessoas não aderentes (que esquecem de tomar algumas ou muitas doses) têm valores mais elevados de HIV no seu sangue e desenvolvem resistências aos medicamentos. As pessoas que usam drogas são mais propensos a ter uma aderência fraca o que leva à falência terapêutica.

Algumas drogas interferem com os medicamentos. O fígado metaboliza alguns medicamentos usados para combater o HIV, especialmente is inibidores das proteases e os não nucleosídeos. Também metaboliza outras drogas, incluindo o álcool. Quando drogas e medicamentos estão presentes ao mesmo tempo o seu metabolismo é muito mais lento, o que pode levar a sobredosagem perigosa e imprevisível quer do medicamento quer da droga.

Uma sobredosagem da medicação pode causar efeitos secundários muito graves. Uma sobredosagem de uma droga pode significar a morte. Há casos de morte por mistura de ecstasy com inibidores das proteases.

Alguns antiretrovirais podem alterar a quantidade de metadona no sangue. Pode ser necessário ajustar a dose de metadona nalguns casos. Ver que tipos de medicamentos que esteja a tomar.

Para terminar

O uso de drogas é uma das principais responsáveis causas de novas infecções pelo HIV. A partilha de material de injecção pode transmitir o HIV, hepetites ou outras doenças. O uso de drogas, incluindo álcool, contribui para sexo não protegido.

Para se proteger da infecção, nunca reutilize o material de injecção. Mesmo que reutilize as suas próprias seringas e agulhas desinfecte-as antes de voltar a usar. A desinfecção é só parcialmente eficaz.

Portugal tem um programa de troca de seringas. Estes programas reduzem a taxa de novas infecções pelo HIV.

A droga pode levar ao esquecimento de doses da medicação antiretroviral. Isto aumenta as possibilidades de falência terapêutica e de resistência aos tratamentos.

A mistura de drogas com antiretrovirais é perigosa. As interacções entre medicamentos podem causar graves efeitos secundários ou sobredosagens perigosas.

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Controlo ‘antidoping’ chega ao golfe

Dopagem, Doping, Drogas em geral, Exames de caracter toxicológico, Geral, Saúde Maio 31st, 2008

Mais de uma centena de membros do PGA Tour reuniram-se em Janeiro, em San Diego, mais concretamente em Torrey Pines, para ouvir desconfiadamente alguns especialistas explicar-lhes como irá funcionar o programa de antidoping que vigorará no mais poderoso circuito de golfe profissional do mundo, sediado nos Estados Unidos, a partir de Julho.

A dada altura, um sujeito com cara de duro, que por três vezes caçou ursos no Alasca e visitou tropas norte-americanas estacionadas na Coreia e em Guantanamo (Cuba), virou-se para a plateia e disparou como se desse uma “drivada” de 300 metros: “Se algum desses tipos vier a minha casa recolher uma amostra sem mandato judicial, será muito difícil escapar-se da minha propriedade sem um chumbo no traseiro.”

Não é difícil de imaginar a reacção dos restantes jogadores na sala à manifestação de testosterona de Frank Lickliter II, o autor daquela declaração. Foi o ponto alto da reunião, mas os enxovalhados consultores do PGA Tour para o programa de controlo antidoping poderão ser os últimos a rir. Se Lickliter II, que não ganhou mais do que dois torneios do PGA Tour na sua carreira e nunca entrou no top 100 do ranking mundial, levar à letra a sua ameaça, arriscar-se-á, daqui a uns meses, a uma suspensão de um ano por recusar a análise. Durante décadas, o golfe desdenhou de outras modalidades desportivas e escusou-se a acolher os controlos antidoping no seu seio. “Não vemos razão para fazer testes. O golfe é limpo”, dizia em 2006 Tim Finchem, o comissário do PGA Tour, espécie de presidente executivo do circuito profissional americano. “Seguir as normas olímpicas não é uma atitude realista no golfe moderno, porque não temos esse problema no golfe”, acrescentava no mesmo ano George O’Grady, o homólogo de Finchem no European Tour, o circuito profissional europeu.

Em muito pouco tempo, ambos viram-se forçados a mudar de opinião e no final do ano passado uma alargada cimeira entre o PGA Tour, European Tour, LPGA Tour, PGA of America, USGA, Royal & Ancient Golf Club of St. Andrews e o Augusta National Golf Club proclamaram irreversível a instauração de uma política antidoping no golfe.

O LPGA Tour, o circuito feminino americano, foi o primeiro circuito profissional a iniciar os testes, logo em Fevereiro. Em Julho, entrarão em vigor os controlos no European Tour e no PGA Tour. A partir desse momento, os torneios do Grand Slam, masculinos e femininos, passarão a acatar todas as deliberações tomadas pelos circuitos profissionais – ou seja, jogadores penaliza- dos com suspensões por análises positivas também não poderão actuar nos majors – e, mais tarde ou mais cedo, outras entidades apanharão o comboio.

Tim Finchem, talvez a figura mais poderosa do golfe mundial, teve de assinar, mas não se conforma. Num desabafo a um jornalista da Associated Press confessou: “Isto contraria tanto tudo aquilo que é o golfe.”

O comissário do PGA Tour referia–se ao ancestral código de honra sagrado de uma modalidade multissecular em que a palavra é lei e na qual os jogadores se acusam no campo das violações cometidas por eles próprios a fim de serem penalizados, só chamando os árbitros em última instância. Mas esse é o golfe que já pouco existe.

Poderemos falar em cavalheirismo quando a esmagadora maioria dos amadores estabelece como objectivo primeiro ganhar torneios em vez de visar, sobretudo, baixar de handicap como nos tempos nobres? Faz sentido apelar a um código de honra quando a Federação Portuguesa de Golfe (FPG) se vê inundada de processos judiciais e alguns dos seus dirigentes submetidos a termo de identidade e residência porque jogadores contestam em tribunal decisões disciplinares federativas?

A democratização do golfe trouxe uma nova realidade à modalidade. Ganhar é agora a prioridade, tanto entre amadores como profissionais. Filipe Lima, o único profissional português membro do European Tour, não tem dúvidas: “É claro que está mais do que na altura de se fazer controlo antidoping no golfe. Já deveria ter sido feito antes. É um dos desportos que mais dinheiro movimenta e onde há dinheiro há batota.”

Gary Player, o septuagenário sul–africano que conquistou nove títulos do Grand Slam, foi ainda mais incisivo no British Open do ano passado: “Sei que há golfistas dopados! Seja com substâncias como a creatina ou com esteróides. É um facto que alguns fazem-no. Um deles disse-me e vi logo alterações visíveis nele. Há, pelo menos, uma dezena de tipos que toma alguma coisa. E o pior é que há médicos que apoiam. Nos últimos cinco anos falei com nove médicos e todos aconselharam-me a tomar algo. Chegaram mesmo a informar-me que ficaria mais forte, a pele mais compacta e até o cabelo mais espesso. Seria capaz de jogar a bola uns 20 metros mais longe.” Filipe Lima também sabe de casos: “Há jogadores que já me disseram que tomaram substâncias para recuperar. É doping. Não acho normal que os outros possam recuperar mais rapidamente do que eu só porque ingerem coisas. Eu nunca tomei nada. Só vinho. Não é justo.”

Está na hora de se tirarem as dúvidas e até aqueles que insistem nas virtudes imaculadas do golfe, apesar de todas as evidências em contrário, reconhecem a necessidade de prová-lo com actos e não com meras palavras.

Manuel Agrellos, o presidente da FPG, antigo presidente da PGA da Europa e da Associação Europeia de Golfe, escreveu num editorial da revista Golf Digest Portugal, que dirige: “Acredito que o golfe é um desporto limpo, ou que, pelo menos, está entre os mais limpos. Mas também considero que não pode ficar eternamente afastado desta matéria tão em voga e escandalosa nos tempos que correm. Se nas outras modalidades se faz controlo antidoping, o golfe não deve fugir à regra, até porque os prémios atribuídos nas mais importantes provas profissionais são os mais altos do desporto e atingem com frequência o milhão de dólares.”

Dick Pound, o presidente da Agência Mundial de Antidopagem (WADA), insiste que “o que a introdução de testes no golfe irá fazer, é deter aqueles que estão a considerar o uso de drogas e assustar os que já recorrem a elas. No futuro, o problema tenderá a desaparecer”. Padraig Harrington, o pacato irlandês que foi segundo classificado no Open de Portugal de 2001 e ganhou o seu primeiro torneio do Grand Slam no British Open do ano passado, resigna-se aos ventos turbulentos que passam e olha mais para a calmaria do futuro: “A transição será sempre difícil, mas em dez anos, quando o golfe for dominado por uma nova geração de jogadores, nem pensaremos duas vezes sobre este assunto.”|

Fonte: DN

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